Lançamento de Dilúvio de Magda Rezende no YouTube. Animação produzida em Belo Horizonte através de Lei de incentivo Municipal que participou de diversos festivais de animação nacionais e internacionais, entre eles Annecy e Hiroshima. Apreciem!
Uma breve história de um homem que durante uma tempestade assiste a um filme sobre uma passagem bíblica: Dilúvio. O filme mistura ficção e realidade.
Wednesday, November 18, 2009
Wednesday, October 28, 2009
FELIZ DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO!

Hoje é o grande dia do DIA.
Num 28/10 a 117 anos atrás, essa coisa apaixonanante chamada animação nascia. Era o início de horas e horas de trabalho, pra no fim termos apenas uns poucos segundos. Mas e dai? Paixão é assim mesmo.
Somos os criadores de universos inteiros aonde tudo é possível. Somos pais e mães de algo mágico que encanta e instiga a imaginação de todo mundo. Somos animadores! E animados.
E nada melhor do que comemorar em uníssono com o Brasil inteirinho. São mais de 400 cidades assistindo à mesma sessão, no mesmo momento. Legal demais!
Procure o local de exibição de sua cidade. Em todo o Brasil a mostra será simultânea às 19:30 h.
Em BH nossa festa será no Palácio das Artes, e para comemorarmos, distribuiremos 500 postais lindos com o paper toy da princesinha. Compareça. Divirta-se conosco!
Te espero lá!

Cristiane Fariah
Tuesday, October 27, 2009
Diário do DIA: Mostra CURTA CIRCUITO, 26/10

Foi um absoluto sucesso a mostra Curta Circuito desta segunda-feira!
A lotação da sala é de 136 lugares e a nossa mostra alcançou a marca de 130 pessoas. Quase 100% de lotação.
E ainda tivemos algumas gratas surpresas como traduções simultâneas em libras acontecendo para alguns estudantes surdos, e uma debate final em que tivemos a presença de dois realizadores, Marcelo Tanure e Jackson Abacatu, e de mais três animadores mineiros que estavam presente e foram 'pegos no laço'. São eles Claúdio Valarse, Thiago Franco e Gabriel Brandão. Animadores de primeira linha, todos formados na Escola de Belas Artes. O papo foi muito bacana e tivemos uma público pós-sessão de pelo menos umas 40 pessoas. Muito bom!

Marcelo Tanure, Cristiane Fariah,
Claúdio Valarse, Thiago Franco,
Jackson Abacatu, Cláudio Constantino e Gabriel Brandão
(foto de Douglas Tolentino)
Logo posto outras fotos.
E não se esqueçam, amanhã é o grande DIA. Chame seus amigos, amigas, parentes, vizinhos pra nossa especialissíma mostra oficial às 19:30, no Palácio das Artes, dentro da programação do Múmia.
É isso!
Mostra Infantil do DIA 2009
A mostra infantil tem acontecido com sucesso! Nos dias 26 e 27 compareceram duas escolas que preencheram as tardes do Cine Humberto Mauro. O nosso carinho e agradecimento aos coordenadores e monitores que estiveram presentes!

Monday, October 26, 2009
Bate papo com Diego Stoliar sobre Mercado de Animação - Têndencias parte II


DIEGO STOLIAR, animador, produtor, diretor de arte
Bom no segundo momento Diego fala sobre as tendências da produção nacional e internacional.
No mercado virtualizado e global da terceirização, é comum ver produtoras com gerencias pequenas (menos cargos administrativos), um número maior de animadores e assistentes, Cut out e full animators, e cadeia produtiva expertista, composta por profissionais especializados em um só tipo de atividade. No caso da animação, é basicamente um mercado de relacionamento onde a confiança na equipe e nos gestores é fundamental.
Nesse processo, Diego, define o Brasil como país que está criando o seu perfil, pois possui fortes influências da animação norte americana, mas também da européia, asiática, leste europeu, etc. Contando com uma carga cultural peculiar que tem criado soluções de narrativa diferenciada. Isso atrai o investidor estrangeiro. Contudo o Brasil necessita aprimorar o Know how (conhecimento) técnico e valorizar o criativo.
Outros fatores têm destacado o profissional brasileiro: políticas de incentivo do governo, avanços na política de desenvolvimento econômico (Pré-sal), o trabalho da Associação Brasileira de Animação fortalecendo o vínculo com mercado, editais de incentivo e representatividade do setor, mercado consumidor jovem e ativo, profissionais talentosos com portifólio reconhecido e prêmios.
No entanto, no caso das séries de TV, para que os valores culturais e ou nacionais conquistem o investidor estrageiro é necessário que os projetos sejam formatados de uma maneira mais universal. Para isso o realizador precisa entender o produto que está em suas mãos e estabelecer uma estratégia de ocupação do mercado.
Então como se preparar? Diego dá algumas dicas:
Formação em faculdade especializada ou artes com complementação em curso específico (animação 2D, 3D, Stop motion, etc);
Atualização constante - o profissional que não se atualiza não permanece no mercado;
Disciplina - auto treinamento constante;
Andar com um Scket book, sempre desenhar, desenhos gestuais, rápidos;
Amigos interessados - quando se participa de um grupo onde há troca de informação e que o impulsiona a buscar referencias de qualidade os processos anteriores tornam se dinâmicos;
Criar uma biblioteca pessoal, acumular referencias visuais, musicais, técnicas, etc. Criar o que na música se chama repertório.
Conhecer pelo menos uma língua estrangeira, preferencialmente o inglês, a maioria das publicações não são traduzidas (principalmente software).
A chave para o futuro é uma indústria de relacionamentos, onde há uma gestão mais humana, com foco no controle e verificação do processo para identificar e corrigir falhas com rapidez. Com isso fica claro que um gerenciamento criativo da produção harmoniza o ambiente de trabalho pois "(...) o animador é o mais importante, sem ele não existe animação" Diego Stoliar.
Dentro desse contexto os profissionais necessários para uma produção de série de TV são: o Designer (de cenario, figurino, objetos e conceito), Storyboarder (com conhecimento em desenho rápido e linguagem cinematográfica), animador Cut out e Full, produtor especializado em animação. Para o mercado brasileiro faltam: roteiristas especializados em animação, storyboarder e produtores.
Tendências para o mercado nos próximos anos: especialização das funções (profissional expertista), uso de software open source (grandes estúdios tem a base tecnológica baseada em linux, pois facilita o desenvolvimento de ferramentas direcionadas para animação), digitalização da animação (crescente uso de finalização em desenho vetor, uso de softwares como Toom Boom e Adobe Flash), virtualização da produção (equipes virtuais, trabalhos em rede, gerenciamento através da Internet).
Diego finaliza o bate papo dando algumas dicas pessoais a quem quer se tornar um animador atraente para o mercado:
Junte seus amigos, busquem informações e abram sua empresa - apesar dos impostos, abre muitas portas, principalmente internacionais.
Economize e comprem uma Cintiq - agiliza o processo de finalização.
Aprendam a elaborar projetos - as oportunidades vão aparecer.
Aprendam a negociar o próprio trabalho - quando for estabelecer preço sobre seu trabalho inclua custos (tudo que foi gasto para realizar o trabalho, vai desde lápis e borracha até conta de energia e telefone), taxa de urgência - imprevistos acontecem, pagamento por etapas realizadas (para garantir fidelização do cliente, ao ver o andamento do processo), custo de retrabalho (cobre pelas alterações que necessitar fazer, e não se esqueça de estabelecer uma taxa de negociação, até que desconto você pode ofertar sem prejudicar seu rendimento e não precisar pagar para trabalhar. Também consulte uma tabela de preço dos profissionais do mercado.
Quando aparecer um trabalho se pergunte: consegue entrar para o portifolio? Você vai aprender alguma coisa com esse trabalho? Vai acrescentar para o meu currículo? Vai me levar a contatos interessantes? Vai ser difundido? Eu estou me divertindo com o que faço, tenho vontade de voltar no dia seguinte?
No próximo post falamos com o cineasta português Abi Feijó e Regina Pessoa sobre o mercado de Portugal e o sucesso do curta Uma história trágica com final feliz.
No mercado virtualizado e global da terceirização, é comum ver produtoras com gerencias pequenas (menos cargos administrativos), um número maior de animadores e assistentes, Cut out e full animators, e cadeia produtiva expertista, composta por profissionais especializados em um só tipo de atividade. No caso da animação, é basicamente um mercado de relacionamento onde a confiança na equipe e nos gestores é fundamental.
Nesse processo, Diego, define o Brasil como país que está criando o seu perfil, pois possui fortes influências da animação norte americana, mas também da européia, asiática, leste europeu, etc. Contando com uma carga cultural peculiar que tem criado soluções de narrativa diferenciada. Isso atrai o investidor estrangeiro. Contudo o Brasil necessita aprimorar o Know how (conhecimento) técnico e valorizar o criativo.
Outros fatores têm destacado o profissional brasileiro: políticas de incentivo do governo, avanços na política de desenvolvimento econômico (Pré-sal), o trabalho da Associação Brasileira de Animação fortalecendo o vínculo com mercado, editais de incentivo e representatividade do setor, mercado consumidor jovem e ativo, profissionais talentosos com portifólio reconhecido e prêmios.
No entanto, no caso das séries de TV, para que os valores culturais e ou nacionais conquistem o investidor estrageiro é necessário que os projetos sejam formatados de uma maneira mais universal. Para isso o realizador precisa entender o produto que está em suas mãos e estabelecer uma estratégia de ocupação do mercado.
Então como se preparar? Diego dá algumas dicas:
Formação em faculdade especializada ou artes com complementação em curso específico (animação 2D, 3D, Stop motion, etc);
Atualização constante - o profissional que não se atualiza não permanece no mercado;
Disciplina - auto treinamento constante;
Andar com um Scket book, sempre desenhar, desenhos gestuais, rápidos;
Amigos interessados - quando se participa de um grupo onde há troca de informação e que o impulsiona a buscar referencias de qualidade os processos anteriores tornam se dinâmicos;
Criar uma biblioteca pessoal, acumular referencias visuais, musicais, técnicas, etc. Criar o que na música se chama repertório.
Conhecer pelo menos uma língua estrangeira, preferencialmente o inglês, a maioria das publicações não são traduzidas (principalmente software).
A chave para o futuro é uma indústria de relacionamentos, onde há uma gestão mais humana, com foco no controle e verificação do processo para identificar e corrigir falhas com rapidez. Com isso fica claro que um gerenciamento criativo da produção harmoniza o ambiente de trabalho pois "(...) o animador é o mais importante, sem ele não existe animação" Diego Stoliar.
Dentro desse contexto os profissionais necessários para uma produção de série de TV são: o Designer (de cenario, figurino, objetos e conceito), Storyboarder (com conhecimento em desenho rápido e linguagem cinematográfica), animador Cut out e Full, produtor especializado em animação. Para o mercado brasileiro faltam: roteiristas especializados em animação, storyboarder e produtores.
Tendências para o mercado nos próximos anos: especialização das funções (profissional expertista), uso de software open source (grandes estúdios tem a base tecnológica baseada em linux, pois facilita o desenvolvimento de ferramentas direcionadas para animação), digitalização da animação (crescente uso de finalização em desenho vetor, uso de softwares como Toom Boom e Adobe Flash), virtualização da produção (equipes virtuais, trabalhos em rede, gerenciamento através da Internet).
Diego finaliza o bate papo dando algumas dicas pessoais a quem quer se tornar um animador atraente para o mercado:
Junte seus amigos, busquem informações e abram sua empresa - apesar dos impostos, abre muitas portas, principalmente internacionais.
Economize e comprem uma Cintiq - agiliza o processo de finalização.
Aprendam a elaborar projetos - as oportunidades vão aparecer.
Aprendam a negociar o próprio trabalho - quando for estabelecer preço sobre seu trabalho inclua custos (tudo que foi gasto para realizar o trabalho, vai desde lápis e borracha até conta de energia e telefone), taxa de urgência - imprevistos acontecem, pagamento por etapas realizadas (para garantir fidelização do cliente, ao ver o andamento do processo), custo de retrabalho (cobre pelas alterações que necessitar fazer, e não se esqueça de estabelecer uma taxa de negociação, até que desconto você pode ofertar sem prejudicar seu rendimento e não precisar pagar para trabalhar. Também consulte uma tabela de preço dos profissionais do mercado.
Quando aparecer um trabalho se pergunte: consegue entrar para o portifolio? Você vai aprender alguma coisa com esse trabalho? Vai acrescentar para o meu currículo? Vai me levar a contatos interessantes? Vai ser difundido? Eu estou me divertindo com o que faço, tenho vontade de voltar no dia seguinte?
No próximo post falamos com o cineasta português Abi Feijó e Regina Pessoa sobre o mercado de Portugal e o sucesso do curta Uma história trágica com final feliz.
Bate papo com Diego Stoliar sobre Mercado de Animação - histórico parte I


DIEGO STOLIAR, animador, produtor, diretor de arte
Começamos com o pé direito as discussões realizadas pela Casa de Quadrinhos, com presença de Diego Stoliar que nos apresentou um breve histórico da evolução do mercado de animação mundial, suas características mais marcantes e ainda com dicas para o que podemos esperar para o futuro do mercado brasileiro. Segue um resumo do que foi apresentado.
Diego inciou com uma abordagem sobre o pioneirismo de Émile Reynaud (1844-1918), inventor do Praxinoscopio e que para ele lança na história do cinema as bases para a produção de curta metragens em animação.
Com a evolução dos mecanismos e do próprio cinema, pequenos grupos de artistas e técnicos se reunem para produção de curtas, com temáticas variadas, que eram exibidos nos cinemas antes dos filmes de longa metragem. Nesse contexto surge um grupo de jovens : Ub Iwerks (1901-1971), Roy (1893-1971) e Walt Disney (1901-1966) com a produtora Laugh-O-Gram, em 1922. Esse grupo lança a base para a chamada indústria do Cinema de Animação.
Para Diego as principais características estabelecidas foram:
elevar a animação a um status de arte, agregando ao processo de produção artistas plásticos, músicos clássicos e um refinamento técnico;
realizar no filme coisas que somente a técnica de animação permitiria como o antropomorfismo (dar característica humana a animais como Mickey por exemplo), recriar a esfera do conto de fadas dando vida a seres mágicos, mitológicos e imaginários;
Introduzir o lúdico na narrativa ao apropriar e revigorar as gagues do Cinema mudo;
formar as bases da indústria da animação ao introduzir o conceito de prototipagem, no qual uma matriz é criada para serem reproduzidas cópias em larga escala.
Já na década de 40, em meio a questionamentos artísticos sobre a estética Disney, a greve dos animadores, a introdução da TV no cotidiano familiar, surge a UPA - United Productions of America que marca a história do cinema de animação com sua estética modernista, como também o mercado ao produzir filmes publicitários e educativos, e fundar o conceito de animação LTDA, que seria mais tarde amplamente difundido pelos estúdios Hanna-Barbera.
O volume de produção gerado após essa fase, faz com que o mercado americano, ao buscar uma solução para a crescente demanda de profissionais técnicos qualificados, num acordo com o Canadá monte um parque de produção nesse país. Houve um estreitamento das relações através do NFB -National Film Board em 1939, que foi fundado com o intuito de difundir a produção cultural canadense. A NFB passa a ser o centro de realização fílmica, formação e espaço de animadores experimentais, tornando se em pouco tempo um dos grandes pólos de produção criativa em animação. Atualmente o Canadá possui um dos principais pólos de formação, produção executiva e Games.
Diego inciou com uma abordagem sobre o pioneirismo de Émile Reynaud (1844-1918), inventor do Praxinoscopio e que para ele lança na história do cinema as bases para a produção de curta metragens em animação.
Com a evolução dos mecanismos e do próprio cinema, pequenos grupos de artistas e técnicos se reunem para produção de curtas, com temáticas variadas, que eram exibidos nos cinemas antes dos filmes de longa metragem. Nesse contexto surge um grupo de jovens : Ub Iwerks (1901-1971), Roy (1893-1971) e Walt Disney (1901-1966) com a produtora Laugh-O-Gram, em 1922. Esse grupo lança a base para a chamada indústria do Cinema de Animação.
Para Diego as principais características estabelecidas foram:
elevar a animação a um status de arte, agregando ao processo de produção artistas plásticos, músicos clássicos e um refinamento técnico;
realizar no filme coisas que somente a técnica de animação permitiria como o antropomorfismo (dar característica humana a animais como Mickey por exemplo), recriar a esfera do conto de fadas dando vida a seres mágicos, mitológicos e imaginários;
Introduzir o lúdico na narrativa ao apropriar e revigorar as gagues do Cinema mudo;
formar as bases da indústria da animação ao introduzir o conceito de prototipagem, no qual uma matriz é criada para serem reproduzidas cópias em larga escala.
Já na década de 40, em meio a questionamentos artísticos sobre a estética Disney, a greve dos animadores, a introdução da TV no cotidiano familiar, surge a UPA - United Productions of America que marca a história do cinema de animação com sua estética modernista, como também o mercado ao produzir filmes publicitários e educativos, e fundar o conceito de animação LTDA, que seria mais tarde amplamente difundido pelos estúdios Hanna-Barbera.
O volume de produção gerado após essa fase, faz com que o mercado americano, ao buscar uma solução para a crescente demanda de profissionais técnicos qualificados, num acordo com o Canadá monte um parque de produção nesse país. Houve um estreitamento das relações através do NFB -National Film Board em 1939, que foi fundado com o intuito de difundir a produção cultural canadense. A NFB passa a ser o centro de realização fílmica, formação e espaço de animadores experimentais, tornando se em pouco tempo um dos grandes pólos de produção criativa em animação. Atualmente o Canadá possui um dos principais pólos de formação, produção executiva e Games.
Nesse momento Diego faz uma ponte com a produção brasileira, que segundo ele, possui uma produção difusa pelo país e para uma análise dos núcleos de produção abordou dois deles: curta metragem artesanal e publicidade.
Características gerais da produção do curta metragem artesanal no Brasil:
Equipes pequenas ou somente o animador;
Animador generalista (cumpre todas as funções do filme desde direção até edição e difusão);
Trabalho criativo: auto didata, conhece várias técnicas e as utiliza;
Projetos longos;
Orçamentos baixos.
Produção intelectual.
Características gerais da produção de animação em publicidade no Brasil:
Características gerais da produção do curta metragem artesanal no Brasil:
Equipes pequenas ou somente o animador;
Animador generalista (cumpre todas as funções do filme desde direção até edição e difusão);
Trabalho criativo: auto didata, conhece várias técnicas e as utiliza;
Projetos longos;
Orçamentos baixos.
Produção intelectual.
Características gerais da produção de animação em publicidade no Brasil:
Equipes pequenas ou somente o animador agenciado por Produtora ou empresa;
Animador generalista (cumpre todas as funções do filme desde direção até edição e difusão);
Trabalho criativo: auto didata, conhece várias técnicas e as utiliza;
Projetos curtos;
Salários mais altos, mas limitados;
Produção preferencialmente comercial.
Desde a década de 80 há um estreitamento das relações Brasil-Canadá com formação de núcleos de animação pelo NFB, com destaque para Campinas - Núcleo de animação, Rio de Janeiro - CTAV e Minas Gerais UFMG. Especificamente no Rio Grande do Sul após um curso com o argentino Félix Folonier, Otto Guerra funda a OTTO desenhos animado, da qual surgem Cartunaria, 2D LAB, fundada por profissionais que passaram por esse estúdio. Atualmente a produção está em efervescência com produções vindas do Norte e Nordeste também.
No Brasil há um crescente interesse nos últimos anos a produção nacional que ficou conhecido como o Boom da animação, pelos seguintes fatores: atenção da comunidade internacional ao Brasil, país cotado como um dos que menos sofreram com a crise mundial, crescente sucesso do cinema nacional com premiação de filmes em festivais de peso como Cannes, tendências tecnológicas como virtualização dos processos (conexão via Internet, gestão de equipe via rede, circuitos alternativos de comunicação como iphone, crescente uso de software livre), pólos de produção como Estados Unidos e Canadá terceirizando parte da cadeia produtiva, mas mantendo o controle criativo.
No próximo post Diego fala da atualização do mercado, o que é necessário para que os profissionais se adequem para não ficar de fora e dá dicas do que observar nas novas tendências.
Animador generalista (cumpre todas as funções do filme desde direção até edição e difusão);
Trabalho criativo: auto didata, conhece várias técnicas e as utiliza;
Projetos curtos;
Salários mais altos, mas limitados;
Produção preferencialmente comercial.
Desde a década de 80 há um estreitamento das relações Brasil-Canadá com formação de núcleos de animação pelo NFB, com destaque para Campinas - Núcleo de animação, Rio de Janeiro - CTAV e Minas Gerais UFMG. Especificamente no Rio Grande do Sul após um curso com o argentino Félix Folonier, Otto Guerra funda a OTTO desenhos animado, da qual surgem Cartunaria, 2D LAB, fundada por profissionais que passaram por esse estúdio. Atualmente a produção está em efervescência com produções vindas do Norte e Nordeste também.
No Brasil há um crescente interesse nos últimos anos a produção nacional que ficou conhecido como o Boom da animação, pelos seguintes fatores: atenção da comunidade internacional ao Brasil, país cotado como um dos que menos sofreram com a crise mundial, crescente sucesso do cinema nacional com premiação de filmes em festivais de peso como Cannes, tendências tecnológicas como virtualização dos processos (conexão via Internet, gestão de equipe via rede, circuitos alternativos de comunicação como iphone, crescente uso de software livre), pólos de produção como Estados Unidos e Canadá terceirizando parte da cadeia produtiva, mas mantendo o controle criativo.
No próximo post Diego fala da atualização do mercado, o que é necessário para que os profissionais se adequem para não ficar de fora e dá dicas do que observar nas novas tendências.
Sunday, October 25, 2009
DIA na segunda-feira - 26 OUT 2009

Começam!!!
as mostras de animação.
15h - Mostra infantil dentro do MUMIA (clique aqui para ver a programação), sessão já está lotada,
Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes.
19h - Mostra mineira do DIA, só de filmes produzidos por mineiros,
Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes.
21h - Abertura oficial da mostra MUMIA parceiro do DIA em Belo Horizonte,
exibição de Idiots and Angels de Bill Plimpton.
Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes.
21h30 - Mostra do DIA 2008, é a mostra do ano passado, um repeteco para quem não viu e para começar a animar para a mostra de 2009
Cine Belas Artes.
Acompanhem a programação do DIA em BH.
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